A busca por "financiamento sem entrada" é grande, mas a resposta curta é: os bancos quase nunca financiam 100% do imóvel. O que existe são formas de reduzir ou parcelar a entrada. Veja as alternativas por modalidade.
Por que o banco pede entrada
A entrada reduz o risco do banco. No financiamento de mercado (SBPE), a cota costuma ficar entre 70% e 80% do valor do imóvel, então a entrada fica entre 20% e 30%.
Como reduzir a entrada
FGTS: pode ser usado na entrada se você tiver 3 anos de trabalho sob o regime e não tiver outro imóvel na cidade.
Subsídio do Minha Casa Minha Vida: nas Faixas 1 e 2, o desconto do governo pode chegar a cerca de R$ 55 mil e entra no lugar de parte da entrada. Veja subsídios, juros e entrada no MCMV.
Programas estaduais e municipais: em São Paulo, a Casa Paulista e o Pode Entrar podem complementar a entrada em empreendimentos participantes.
Entrada parcelada na planta: a construtora divide a entrada durante a obra. Entenda em entrada parcelada na planta.
Cuidado com empréstimo para a entrada
Pegar empréstimo pessoal para pagar a entrada aumenta o comprometimento de renda e pode derrubar a aprovação do financiamento. Leia os riscos desse caminho.
Qual modalidade escolher
Renda até R$ 13 mil: comece pelo Minha Casa Minha Vida, que tem juros menores e, nas faixas mais baixas, subsídio.
Renda maior ou imóvel acima do teto do programa: SBPE, com FGTS na entrada se possível.
Sem dinheiro guardado: imóvel na planta com entrada parcelada é, em geral, o caminho mais viável.
Próximo passo
Veja imóveis novos na Habitei com entrada parcelada ou fale com a equipe Habitei no WhatsApp. Visão geral no guia completo de financiamento imobiliário.
Para planejar a sua compra
Antes de escolher o imóvel, veja as faixas, renda e teto do Minha Casa Minha Vida em 2026 e a renda necessária para financiar um apartamento em São Paulo. Se já quer comparar opções, consulte os imóveis da Habitei ou fale com a nossa equipe.
